sexta-feira, 8 de abril de 2011

Por uma vida mais leve e mais feliz... Um pouco da minha história...


Esses dias entrei no Twitter, desanimada da vida, cansada, ando me sentindo assim, muito diferente do que realmente sou ou pelo menos vinha sendo...  desmotivada "de" e "com" muitas coisas. Uma das coisas que mais me cansa fisica e emocionalmente é a rotina, aquilo de todos os dias fazer as mesmas coisas, nos mesmos horários, de nunca conseguir dar conta efetivamente de tudo, da casa, das crianças, do meu trabalho, dos cuidados com meu marido, minha família, amigos e principalmente de me cuidar. Eu, além disso já tenho comigo algo que não me ajuda em nada: sou extremamente perfeccionista e metódica, já fui muito organizada, hoje minha rotina já não me permite ser tanto. Às vezes me pego comparando minha casa com a casa onde morava no interior, que era impecável,  limpeza e organização total, nenhuma moedinha fora do lugar, então preciso dizer prá mim mesma, que a situação era outra, que eu tinha uma rotina leve, eu tinha quem me auxiliasse com o serviço doméstico em tempo integral, eu não tinha filhos....


Ah! Os filhos... minha maior alegria, minha maior riqueza, mas talvez aquilo que me faça sentir muito culpada em boa parte do tempo seja justamente o fato de ser mãe, de querer ser uma boa mãe e às vezes de querer ser a melhor mãe. E quando alguma coisa acontece fora do previsto, a gente se enche de culpa. Nos culpamos por coisas que não dependem de nós, nos culpamos muitas vezes porque queremos ser e fazer coisas que as pessoas esperam de nós, nós nos sentimos na obrigação de não decepcionar, de não falhar. Prá quem não conhece minha trajetória de mãe, minha vida não foram só flores, logo que casei, engravidei, em seguida perdi o bebê com 11 semanas de gestação, junto com a dor, com a decepção e a frustração, veio a culpa, me perguntava se eu tinha feito algo de errado, se não tinha me cuidado como deveria, eu me culpava por não ter conseguido. Decidi que minha vida não seria conduzida por isso, que eu poderia ser muitas coisas e não apenas ser mãe, fazer disso meu único e principal objetivo, esperei três anos, demorei mais de um ano tentando e vivendo em torno disso, como se a vida fosse apenas isso, e engravidei novamente, e com 12 semanas... perdi novamente. Nem preciso dizer né? Segunda perda, culpa dobrada, aí perdi meu chão... como assim, eu saudável, sem doença nenhuma, nem resfriado eu pego (e isso até hoje) e não conseguia levar adiante uma gravidez que começava saudável e bem? Eu me culpava por não conseguir realizar o sonho do meu marido, o meu maior sonho, me culpava porque via ao meu redor uma família que proliferava feito coelho e só eu não conseguia, a maioria das minhas amigas já com bebês... e foi muito difícil prá mim, digerir tudo isso, parar de achar que estava grávida todo mês, parar de chorar noites e noites e noites a fio, querendo que as coisas acontecessem à força. Desisti, parei tudo e segui minha vida, quando desisti... veio... e veio prá ficar, meu Leo! 

E a culpa? Lá, firme e forte, porque mãe que é mãe tem culpa prá dar e vender, muda a situação e a gente começa a se cobrar de outras formas, de outras maneiras, por outros motivos. Me vi num impasse entre a minha tão sonhada maternidade e a minha vida profissional, tinha recém fechado minha farmácia, situação financeira crítica, meu marido em dois empregos, saía de casa 6:00h e chegava 23:00h, e mesmo assim não estava sendo fácil, foi então que tomei a decisão mais difícil da minha vida, peguei meu diplominha de farmacêutica pela UFPR e guardei na gaveta, trancado à sete chaves e virei o que hoje eu sou: artesã, mãe, esposa e dona de casa. E eu me culpava... vou decepcionar meu pai, estudei 5 anos prá que?  E essa fortuna que tenho em livros? E se não der certo? Aos poucos eu percebi que se eu não mudasse meu padrão de pensamento e comportamento, eu estaria fadada à infelicidade. Foi difícil mas eu mudei, e cada vez que me pego assim, me culpando de algo, trato logo de reavaliar as coisas e mudar a ótica, eu vejo as coisas por outro ângulo, porque nada tem somente o lado ruim, de tudo, podemos tirar algo positivo. 


Hoje, com a Mariana em relação ao Leo, sou uma mãe muito mais tranquila, mais segura, mais leve. Faço as coisas no meu ritmo, do jeito que posso e não me cobro, meu leite diminuiu muito essa semana, de uns 5 dias prá cá tem descido muito pouco, estou conseguindo levar, mas a lata de Nan1 está no armário e a hora que eu perceber que realmente não está mais dando, não vou me culpar, porque a minha parte sei que já fiz e que fiz da melhor maneira possível. Sei que isso aconteceu porque não estou numa das minhas melhores fases emocionais, mas não posso me culpar por não estar bem, em outros tempos me culparia, me cobraria, hoje, não mais...


A vida é única e eu creio que tenha que ser leve, antes eu me cobrava por tudo, desde de não ter tempo prá alguma coisa, até por coisas que eu sentia e ainda sinto, sentimentos que não consigo explicar, coisas que vem de dentro prá fora, já não me questiono mais, nem me imponho cobranças. Faço agora as coisas da forma que é possível prá mim, de preferência confortável. Tenho a sorte de contar com um marido compreensivo, que quando pode, me ajuda; quando não me ajuda, também não me cobra, não me aborrece, nem me atrapalha. Às vezes ele chega e a louça do almoço está na pia, ou não consegui colocar o lanche na mesa, gostaria que fosse diferente, mas se não é, vamos nos adaptar ao que temos, porque eu acredito que a gente tem que ser feliz com o que tem, com o que é e com o que pode ser e fazer, se não dá... não dá...

E sobretudo, eu aprendi que na maioria das vezes não são as pessoas que nos cobram, somos nós mesmos que nos cobramos, eu sei que eu exijo demais de mim e muitas vezes dos outros, quando eu não consigo corresponder, me cobro, quando os outros não correspondem, me frustro... e isso tem sido constante. Essa tem sido a minha mais árdua luta interna, menos cobranças, menos expectativas, e a cada dia eu tenho conseguido ser uma pessoa um pouco mais leve, mas o policiamento é eterno. Apesar da tag ter sido #culpazero eu não acredito que isso seja possível, porque faz parte da natureza humana o questionamento, a busca de respostas e invariavelmente quando as coisas não dão certo, que se achem os culpados. O que eu tenho tentado é me impor mais perante algumas situações, tenho dito muito mais NÃO, embora ainda seja pouco, porque preciso dizer mais vezes, já é um grande começo e procuro fazer as coisas de uma forma que não se tornem tão pesadas prá mim, procurando amenizar a parte negativa.

Essa blogagem teve origem numa conversa no Twitter, que se iniciou quando a Luci contou que estava com faxineira em casa e eu reclamei que não consigo achar uma, e que quando acho não fazem nada direito e cobram caro, muitas outras meninas entraram na conversa e o assunto se expandiu, então decidimos fazer essa blogagem coletiva! Venha e participe conosco também!!! Vamos trocar experiências e interagir um pouco mais. A Elaine está organizando os links e a blogagem; até o momento, estão participando também:
  1. Minha mãe sabia
  2. Sementes diárias
  3. Dedo de moça
  4. De amor e de…
  5. Sobre viver em Sinop
  6. Iara poesias
  7. Coisas de Carine
  8. Doce insensatez
  9. Agenda de casa
  10. Adriana Balreira
  11. Dom Caixote
  12. Cantinho da Piu
  13. e outras coisitas mais...
  14. Asas dos versos e reversos
  15. Cristiane Aguiar
  16. Lichia doce
  17. A moça do sonho
  18. Cantinho da Si- de tudo um pouco
  19. Trocando ideias
  20. Grace's cupcakes
  21. Cristiane Aguiar
  22. Mãe é tudo igual
  23. Meu sonho de casa
  24. Inventando casa
  25. Blogando, pensando e viajando
  26. Espaço da Giu
  27. Meu lado contido
  28. M@myrene
  29. Espiritual Poesia
  30. Inquietude total
  31. Uma mãe expatriada
  32. Tays Rocha
  33. Mulheres em conflito
  34. Pequenos Barulhos Internos
  35. Sonhos e Encantos
Quem resolver participar, avise a Elaine, se quiserem me avisem também, e eu atualizo com o link aqui!

Beijos e uma boa sexta, leve e sem culpas! ♥

30 comentários:

Lola Sciwinzki disse...

Oie.
Ta faltando eu!!!! :(

Tays sua história é linda, linda.
Amei, olha vc ta certa. tudo sempre tem um lado positivo, tudo sempre tem um objetivo.
Veja vc agora ai fazendo esses artesanatos lindos e feliz com esse trabalho.
Precisamos aprender que a felicidade é a gente q escolhe, de um jeito ou de outro temos q encontrá-la e nos cobrar menos.
A cobrança e culpa vem de nós mesmas.
Um bj gigante.

Du disse...

Impossível dizer que não existem ou não existirão mais culpas, porque isto é inerente à vontade de nós, seres humanos. Mas se a gente puder refletir e principalmente ponderar nossas atitudes e agir sempre de forma correta com as pessoas que nos cercam, com certeza as culpas diminuirão e muito na nossa mente. As culpas muitas vezes estão ali e somente ali, fixadas na mente, sem fundamento algum para existirem de fato.

Acho que vale a reflexão.

A tua história é uma lição de vida, minha amiga! Parabéns!

Beijos n'alma!

Cláudia disse...

Querida, já passei por tudo isso, trabalhando na Caixa e cumprindo um horário desumano, trabalhando, às vezes, 12 ou 13 horas por dia...
Hoje, me vejo numa situação diferente; aposentada, só, marido trabalhando, filhos estudadno e morando fora e sem maiores complicações, mas me cobro e vivo inquieta,insatisfeita...cést la vie...sempre nos cobraremos um resultado, uma resposta certa, é sim ou não...não existe coluna do meio no jogo da vida!!! Mas, somos vencedoras e chegaremos lá... mesmo que não se ganhe a medalha de ouro, podemos dizer: participei e fui até o fim! Vamos viver um dia de cada vez com a filosofia: "só por hoje..."
Cuida dos seus filhotes e do seu marido, porque é o que realmente importa!
Beijo grande, fada madrinha!

True Colors disse...

Para esse tipo de fase que todas passamos ...
Resolvi reler o livro Poliana !!
Estou AMANDO !!! rsrsr
O jogo do contente é necessário e faz bem !!!
Sucesso na blogagem coletiva !!!
Beijinhos Coloridos !!
Lu
True Colors

Taninha disse...

Amiga... desculpe-me, mas vc tem culpa sim!!!! Tem culpa de ter filhos tão lindos!!!! Vc e o Deivid kkkkkkkkkkkkk. Essa gorda que dá vontade de apertar??? A culpa é sua!!!!! Toda sua!!!!!
Amo você!!!!! Saudades. Bjsssssssssssssss
Taninha

Indy disse...

Tays.... só de olhar para essas carinhas lindas, tudo vale a pena, a culpa, a falta de tempo, o stress, a falta de dim dim, tudinho tudinho cada minutinho vivido com ou sem culpa é muito bem vivido e vale muito a pena.
Beijos no coração.

Tina disse...

Oi Tays me emocionei com seu relato, fico feliz que tenha se desapegado das muitas culpas.
Tenho também meus altos e baixos e me culpo pelas vezes em que me sinto a pior das criaturas, mas será tudo "minha" culpa, preciso tbm refletir e mudar meus pensamentos em relação a isso, essa postagem do culpa zero me ajudou bastante, andei visitando alguns blogs com as postagem e fiquei bastante inspirada.
Se eu conseguir colocar pra fora em palavras o que eu sinto e penso, faço um post rsrs

Beijos flor, fica bem!
Boa sexta, bom final de semana

orvalho do ceu disse...

Olá, querida
Eu também tive que parar de amamentar num dos filhos por problemas... mas não me levo culpa alguma... Chegava da faculdade e ia suprir o que podia... o segundo, o leite secou em 20 dias... mas a terceira foi até os dois anos... Compensou...
Bem, mas na verdade, o que vejo como importante é a consciência de culpa e não o remorso sem fundamento...
Se temos nossa consciência reta o demais é zero.
Bjs de paz e excelente fim de semana.

Carine Gimenez disse...

Tays muito bom o seu texto.
Eu tenho sofrido muito por não conseguir engravidar,embora os médicos digam que não há nada errado comigo e com o marido,eu tento há 3 anos e nada. Sou cobrada e me cobro por isso. O único que não me cobra,nem exige nada é meu marido. Ele é meu maior incentivador,diz que preciso me impor mais,dizer mais "nãos",que se for pra eu engravidar vai acontecer,e que de qualquer maneira se o importante é sermos pais vamos partir pra adoção.
A sua trajetória tem sido muito bonita,de lutas e progressos.
Parabéns por todas as suas conquistas. E principalmente pela linda família que você construiu. Deus abençoe vocês.
Beijos.

Marcia disse...

Oi, querida!
Muito bonita sua história. Não tenho filhos, mas entendo perfeitamente esse desejo da perfeição, esse desespero quando as coisas não dão certa... E o alívio quando finalmente percebemos que as coisas não precisam ser ideiais... Que o melhor de nós mesmas já é o suficiente.
Um beijo grande para vc.

Giuliana: disse...

Oi querida,

Culpa zero creio ser impossível de conseguir, mas ao menos, com todos os percalços que a vida nos apresenta, apanhamos, caímos, levantamos, e acima de tudo, aprendemos a lidar melhor com as situações.

Também sou perfeccionista e metódica, mas tive que aprender a não exceder, pois o excesso nos traz doenças, e é a última coisa que queremos. Aceitar a imperfeição é super complicado, mas dá sim para viver com ela. E acredito que estamos no caminho quando dizemos que, ao menos, estamos tentando.

Beijos

Vanessa disse...

Tays, essas crianças tão muito lindas!E vc tem razão, muitas vezes nós nos culpamos sem que ninguém lembre de fazer isso, é coisa da nossa cabeça e podemos passar bem sem isso.

beijos!

PS Eles estão lindos!!!

Lu Souza Brito disse...

Oi Tays,

Nossa que luta. Eu acho que a parte mais dificil é reconhecer que nós somos nosso proprio carrasco. Nos apontamos o dedo, exigimos, criamos expectativas sobre nos mesmos. E quando percebemos que nao podemos / nao damos conta / o mundo nao vive em nossa função a coisa despenca para a culpa.`
Meu post também falei sobre maternidade, mas sobre outro enfoque (o de quem ainda nao teve), rsrsrs.
Um beijo.

Cintia Branco disse...

Tays,

Me identifiquei muito ao ler seu texto, será que todas nós mulheres carregamos o mundo de culpa nas costas? As situações mudam, mas os sentimentos são os mesmos.
Creio que é um aprendizado que temos que ter da vida, questão de amadurecimento, coisa bem de gênero mesmo, porque meu marido disse que ele não sente nada de culpa, pelo menos não essa coisa opressora.
Adorei vir aqui.
Grandes beijos e para o Leo e para a Mariana também!

Lica disse...

Tays

Acho que toda mulher sofre por não ser a "mulher maravilha", pois queremos dar conta de tudo e com um estalar de dedos queremos que tudo se resolva e os problemas sumam, que bom se a vida fosse assim...mas não é..
Adorei seu relato, mostra que vc é assim como nós, humanas que buscamos acertar com os erros que cometemos.

Bjão

Fabiana Tardochi disse...

Perfeito seu texto! Escrever e reconhecer os pontos fracos também aliviam a culpa:)e nos ensinam a ser mais leve.
AMiga, não existe mulher que não se sinta culpada.
Hoje não estou no meu melhor dia, já chorei, me desesperei, mas acabo vendo que com todas acaba sendo igual. Não podemos ser as super mulheres o tempo todo. Fico mais calma e leve, muito menos culpada depois do seu texto.
Bjs e bom final de semana.
Beijo gostoso nesses seus filhos lindos também!!!!

Atelie Inventare Arti - Ivelise disse...

Tays, amiga querida, é só dar tempo ao tempo!! Você sabe que meus filhos já são bem crescidinhos (um até já casou! eheheheh) e só há pouco tempo, depois de muitas discussões de que eu controlava a vida deles etc e tal... eles tentaram virar o jogo e daí eu entendi que já era hora de deixar que seguissem suas vidas e agora fico só de "butuca", quietinha, para a hora que eles quiserem um colinho!! Você vai ver que assim que o Leo e a Mariana ficarem maiores a culpa diminue barbaridade. O caminho é este mesmo, vai largando um pouco o que não gostas e esta rotina de casa, não liga, não, dê preferência ao que não é rotina.... Bem, seja feliz que estarás fazendo os que estão ao teu redor felizes também!!!! Beijos
Ivelise

Cláudia Valéria disse...

Thais, começei ler sua postagem e a tristeza foi tomando conta de mim. li mais um pouco e me identifiquei demais com você. Mais a frente um pouco percebo a reviravolta e fico feliz de novo como você... Acho que mãe é tudo igual so muda de endereço mesmo!!! Eu também perdi dois bebes e até hoje me sinto triste de chorar!!! Mas creio em Deus e creio que Ele sabe o que faz e que vivemos mais que uma vida então...creio que Deus me deu estas crianças por algumas semanas para que eu vivenciasse o amor pleno e para que elas se sentissem amadas. Mas não era a hora de tomar corpo, entende?! Quanto ao perfeccionismos: Mande ele passear bem longe de você. Eu também sou um pouco assim ainda e sempre que me cobro, penso: Faço o que dou conta e faço com amor, então já valeu. Perfeição para é Jesus Cristo!!!
Beijos para você. Boa semana, bom mês bom ano. Alegria e paz de espirito para todas as mães e para todo o planeta!!!

Julia Cotrim disse...

Tays querida,

Sabe o que acho?
Que culpa não pode existir em nossas vidas porque primeiro somos seres humanos, que erram e que estão por aqui nessa caminhada pela terra para aprender um montão de coisas! Faz sentido, não faz?
Seria muita pretensão nossa passar por essa vida e fazer tudo certo como manda o figurino, não seria?
A gente TEM que errar sim! Porque erros fazem parte de nosso aprendizado. E é dos erros que surgem as grandes idéias para as soluções maravilhosas que conseguimos descobrir.
Relaxa minha querida e acredite que tudo é o dia de hoje. Ontem já passou. Nada que se possa fazer. E se você errou muito no passado, minha opinião é que você não errou - você fez o que você sabia fazer naquela época. E amanhã... bem não temos bola de cristal. E o que tiver que ser... será!
Fica em paz!
Beijos com carinhos!

Ana disse...

Oi Tays!
Que depoimento emocionante, verdadeiro.
Com o tempo deixamos muitos sacos de areia e ficamos mais leve.
Entendo essa sensação de não ser mais capaz.
Tb já sofri pelo fato de não conseguir ser tão organizada como era. Hoje esqueço de coisas, perco papeis importantes,tenho coisas entulhadas, espalhadas pela casa. Sofri, chorei, entrei em crise mas hoje vejo que não posso exigir tanto de mim.Aos poucos estou aprendendo a relaxar e aceitar meu limites.
Adorei essa blogagem tb.

E acho que toda mãe está um pouco de luto né?
Beijos, fica com Deus

Ro Archela disse...

Oi Thays! amei seu texto. É bom falar da gente! Até estou escrevendo em primeira pessoa! A gente muda quando olha um pouco atrás e vê o quanto andou...Mas essa tua fase é ótima curta como puder e tenha certeza que te trará saudade! Os filhos crescem logo e passam a caminhar com suas próprias pernas, depois aprendem voar e voam, mas voltam! É a vida. beijos, Ro

A FADA DAS AGULHAS disse...

Amiga,adorei seu texto!Culpa zero acredito ser impossível de conseguir,e acredito que essa busca leva a uma obsessão permanente por resultados.Não é só nosso armário bagunçado,o arranhão no carro,ou os quilinhos a mais que nos incomodam.Mas tudo que diz respeito ao outro também.Ao vermos o #erro",perdemos a chance de ser gentis,de exercitar a paciência,de respeitar a diferença e daí vêm as tempestades.A estratégia que acredito que ajude a vencer esse comportamento é começar a enxergar o que há de bom em si mesmo,nos outros e na vida.É um exercício constante.

Também sou perfeccionista e atualmente procuro melhorar,pois sempre haverá tarefas a cumprir.Independentemente de quem seja ou do que você faça,nada é mais importante do que ser feliz.

Beijooo

✿ chica disse...

Adorei te ler, ver tua história, fotos, tudo vindo do coração por aqui.Muito legal e tua participação excelente.Nós e nossas culpas,rsrsbeijos,ótimo fds!chica

Neli Alves disse...

Acho que todas disseram o que há de bom no seu texto. Não preciso falar mais! Parabéns pelo texto, pelos filhos - lindos, por você mesma. Bjks

Solange Fernandes disse...

É ser mãe por si só, já me traz felicidade.Etudo tem os dois lados.
Temos que improvisar com a decoração de páscoa, mas isto põe a cabeça para funcionar. Bjs

Anne Lieri disse...

Thays,que história,minha amiga!Realmente ser mãe sempre nos deixa meio culpada porque sempre achamos que poderíamos ter feito melhor!Fico feliz que aos poucos,está encontrando seu equilibrio tb!Adorei a verdade do seu relato!Filhos muito lindos,parabéns!Bjs,

Bel Rech disse...

Olá..que bom chegar aqui de novo...muito expressivo e emocionante como descreveste tudo..parabéns...Beijinho no coração!

Veronica Kraemer disse...

Tá minha flor, que lindo texto.
Como a gente se culpa tanto, né, amiga???
Ai, como seus filhos são lindossssssssssssssssssssssss!!!
Te amo e espero tu me ligarrrrrrrrrrrrrrrrr
Beijossssssssssssssss
Vero

Luci Cardinelli disse...

Será que culpa é acessório que já vem com a gente?
Agora, imagina deixar de curtir um sábado só prá casa ficar arrumada? não dá!!
Nem consigo imaginar perder filhos,mas depois veio uma compensação e tanta né? Essas duas lindezas.
Aproveita e cria a gorducha para não sentir culpa, é a melhor coisa q as mães podem fazer para tirar isso do nosso currículo.

beijos e um domingo delicioso!

Irene Moreira disse...

Olá Tays

Li e reli seu post e confesso que em muitas coisas revivi momentos parecidos ou até iguais. O importante é que tens uma linda família, que és linda por dar esse amor incondiconal e o tempo é curto para que ama.

A vida é um aprendizado constante e o importante que sobrevimos dia a dia e somos felizes.

Desculpe só hoje vim te visitar, mas o tempo corre e eu tardo, mas não falho.

Beijos no seu coração

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